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Fahrenheit 451

Fahrenheit 451 é a adaptação cinematográfica do romance homônimo de Ray Bradbury, dirigida por Francois Truffaut em 1966. A trilha sonora é de Bernard Herrmann (compositor favorito de Alfred Hitchoc), e a direção de fotografia é de Nicolas Roeg.

Sinopse

Num futuro hipotético, os livros e toda forma de escrita são proibidos por um regime totalitário, sob o argumento de que fazem as pessoas infelizes e improdutivas.

Se alguém é flagrado lendo é preso e “reeducado”. Se uma casa tem muitos livros e um vizinho denuncia, os “bombeiros” são chamados para incendiá-la. Montag é um desses bombeiros. Chamado para agir numa casa “condenada”, ele começa a furtar livros para ler. Seu comportamento começa a mudar, até que sua mulher, Linda, desconfia e o denuncia. Enquanto isso, ele mantém amizade com Clarisse, uma mulher que conhecera no metrô.

Ela o incentiva e, quando ele começa a ser perseguido (e morto, segundo a versão televisiva oficial), ela o leva à terra dos homens-livro, uma comunidade formada por pessoas que memorizavam seus livros e também eram perseguidas. Essas pessoas decoravam os livros, para publicá-los quando não fossem mais proibidos, e os destruíam.

Palavras não mudam o mundo

“Palavras não mudam o mundo”,
Foi o que me disseram hoje.
Eu, prontamente, concordei.
Nunca tive e jamais terei
Coragem de incumbir minhas
Humildes e singelas palavras
A tão cabulosa tarefa.
Nem mesmo ásperas palavras
De um discurso ditador
São capazes de mudar alguma coisa.
Tão pouco delicadas palavras
De uma bela poesia têm esse poder.
As palavras são ferramentas.
Servem para descobrir,
Revelar e criar sentimentos.
Palavras geram pensamentos,
Pensamentos geram sentimentos,
Sentimentos geram ações
E ações mudam o mundo.